quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Ascaris - a saga dos irmãos siameses

Capítulo 7
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Leiam: Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5, Episódio 6

O clã Gus Gus continuou sua caminhada para solidificar o império empresarial que iniciaram. Muitas ações agressivas de marketing foram adotadas ao longo de sua história. E a influência de membros do clã, junto aos principais governantes em cada época, determinava a vida e a morte de povos ao redor do mundo. Foi Dietrich Schumpeter Gus Gus que aconselhou o Kaiser alemão, no fim do século XIX e início do século XX a colonizar a África. Um de seus primos, Gordon Hamanés Gus Gus, por sua vez, aconselhou a rainha da Inglaterra a fazer o mesmo. Outro primo, Lucas Montessori Gus Gus, incentivou o líder italiano a seguir este caminho. Logo, a disputa por espaço na África se acirrou, causando a primeira guerra mundial desde os tempos dos romanos. No fundo, tudo não passava de uma ampla estratégia de mercado, ampliando as fronteiras conhecidas e arregimentando novos consumidores para a cerveja produzida pelo grupo empresarial, agora detentora de várias marcas deste néctar dos deuses.


Um fato pouco conhecido pelo público é que a cervejaria derramou hectolitros de seu produto nas trincheiras francesas, como mostrado na imagem acima, na tentativa de sufocar o hábito da época de se beber vinho e champanhe. Não fosse o fim prematuro da guerra teriam sido bem sucedidos.

Mas novos rumos foram determinados pelo conselho consultivo do clã. Orientando seus membros a investirem pesado em ações. A percepção que haviam compradores em demasia fez com que os preços das ações negociadas na América do Norte subissem rapidamente. Contumazes conselheiros, estimularam pessoas físicas e jurídicas a investirem toda sua poupança no mercado acionário. Era a forma barata que o clã encontrou de financiar seus investimentos. O IPO da cervejaria foi um sucesso estrondoso, enchendo os cofres de recursos quase infinitos.

A grande depressão de 29, iniciada um pouco antes pela queda brutal das bolsas de valores ao redor do mundo, foi uma manobra genial engendrada por Machiavel Gus Gus. Não era interesse do clã ter sócios fora de ses membros. Era prioridade máxima recuperar as ações em poder do público. O preço, porém, seria alto demais, esvaziando os cofres do clã. Coube ao genial Machiavel a solução. Começaram a demitir seus funcionários em cervejarias ao redor do mundo, o mercado consumidor encolheu-se brutalmente. As empresas não tinham para quem vender e as ações despencaram. Membros do clã articularam um grande movimento vendedor que foi percebido por outros investidores que, em pânico, enviavam suas ordens de venda e depois se suicidavam. As ações cairam tanto que o clã recomprou as suas ações e de mais algumas empresas sólidas e estratégicas a preço de banana, e ninguém percebeu.


Estavam aptos ao próximo passo em sua caminhada.

Porém, no limiar do sistema solar, um perigo ainda não identificado seguia seu rumo inexorável.






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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Ascaris - a saga dos irmãos siameses

Capítulo 6
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Leiam: Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5


Uma das maiores conquistas do clã Gus Gus, em sua caminhada através da história, foi a criação da Igreja Anglicana. Habilmente, Martim Lutero de Ana Gus Gus fomentou a dissensão entre seus pares. Ao mesmo tempo, o conselheiro do rei da Inglaterra, John Hopkins de Ana Gus Gus, o convenceu a abraçar a causa anglicana, que permitia o livre divórcio de acordo com interesses escusos.

Essa polêmica religiosa se estendeu e, em certo momento, ajudou a impulsionar o mercado consumidor das novas terras descobertas por Colombo. Um fato pouco conhecido é que a primeira comemoração do dia de ação de graças, pelos peregrinos em terras americanas, foi regada a muita cerveja alemã. O resto é história.

Na sua busca por consolidação empresarial o clã Gus Gus despejou hectolitros de cerveja entre membros nativos americanos. Impérios seculares foram tomados pela embriaguez. Astecas, maias, incas, todos eles sucumbiram ao poder do lúpulo e cevada europeus. Pizarro e Cortés, executivos seniores do grupo cervejeiro, minaram a resistência indígena através de eventos de degustação. Os recalcitrantes foram impiedosamente massacrados. Neste ponto, o clã achou justo tomar para si a paga pelos serviços prestados. Toneladas de ouro foram transferidas para contas nos incipientes paraísos fiscais localizados na Europa, notadamente na Suíça.


O caminho da glória e boa-venturança parecia sólido e pavimentado.

Mas nos espaços exteriores do sistema solar havia um perigo continuava à espreita....




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terça-feira, 7 de outubro de 2008

Ascaris - a saga dos irmãos siameses

Capítulo 5
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Leiam: Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4.


Como todos sabem, no começo era o caos. O clã Gus Gus veio para desfrutar das oportunidades que o caos proporciona. Esse caos estava no âmago, no cerne, no epicentro da alma humana.
Após séculos a Igreja Católica estava consolidada, não sem antes purgar de forma violenta, seus detratores. Afinal, séculos de perseguição e transformação em comida de leões deveriam ser vingados. Um antigo conselho de seu mentor, Jesus Cristo, dizia: Sempre dê a outra face. Mas o que ninguém sabia era que o livro sagrado, assim como os contratos, também possuía suas letras miúdas. Lá estava escrito, “após dar a outra face esfaqueie lateralmente seu oponente na linha da cintura, a chance de atingir um órgão vital é grande”.

A Igreja Católica, queimou, violentou e torturou milhares de pagãos infiéis. O terror produzido levava aos cidadãos em todos os países ao infernal vicio da bebida. Isso era o som de pífanos para os Gus Gus. Afinal, eram o maior grupo empresarial do ramo de bebidas em todo o planeta. Sua cerveja, produzida a partir das fórmulas secretas do antigo Egito, era consumida por nobres e plebeus, em todos os rincões da humanidade. Até na China, local de difícil acesso, havia uma porta do clã.

Prevendo um arrefecimento dos negócios, causado pela globalização e espionagem industrial, o clã Gus Gus decidiu enviar seu mais ardiloso e cruel membro para ajudar o Papa a difundir o terror e aumentar o número de consumidores. Tomás de Torquemada Gus Gus era tímido e ressabiado, mas de posse de um açoite e uma barra de aço hindu quente era um mestre, comandando com mão de ferro seus asseclas no trabalho divino.

Mas nem isso impediu que outros grupos empresariais tomassem um naco do mercado monopolizado pelo clã Gus Gus. Havia de ter um caminho, um novo mercado talvez.

Cristóvão Colombo de Ana Gus Gus foi guindado ao cargo de Diretor de Marketing e, como premissa, deveria abrir novos mercados para os produtos do clã. O resto é história.

Enquanto isso, nas profundezas do espaço sideral, um evento cósmico se iniciava com conseqüências imprevisíveis...




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domingo, 3 de agosto de 2008

Ascaris - a saga dos irmãos siameses

Capítulo 4
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Leiam: Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3.


A prosperidade fez bem ao clã Ana Gus Gus. Alguns séculos depois, Friedrich Von Gus Gus voltou ao Egito para aperfeiçoar sua técnica de produção de cerveja. Era o precursor do que seriam os mestrandos no futuro. Porém, chegou numa época conturbada. O Egito era então governado por Cleópatra, a rainha. Devassa, perdia-se entre orgias, política e conspirações, não necessariamente nessa ordem. Por sua tez nórdica, Friedrich logo caiu nas graças da rainha, e de suas assistentes. Compartilhou a mesa, a cama e o banho em situações indescritíveis. Por essa época o Egito sofreu a invasão penetrante das hostes romanas, comandadas por César e Marco Antônio. Percebendo uma oportunidade única, Friedrich aconselhou Cleópatra a compartilhar a cama com os dois guerreiros, jogando um contra o outro e assim conquistando o espaço político a qual tinha direito.

Mas, novamente, um conselho de um Gus Gus foi catastrófico. Os romanos não se interessavam pelo amor da rainha e sim pelos favores das 456 auxiliares dadivosas. Ao perceberem a manobra astuta, atacaram os exércitos reais, conquistando-os, definitivamente. Cleópatra, indignada, matou-se segurando uma cobra. O resto é história antiga.

Friedrich então partiu, como seu antecessor, no meio da noite, levando algumas fórmulas secretas que surrupiara das cervejarias reais, sendo recebido com festas pelos seus familiares e sócios. A Bavária galgou vários degraus no mercado mundial de cerveja. Mas o descendente de Ana Gus Gus suspirou até o final de seus dias, com as lembranças dos intensos momentos vividos em companhia da memorável rainha.


Graças a essa flexibilidade empresarial, o clã Gus Gus teve uma importante participação em uma das maiores aventuras da história da humanidade, a implantação da Igreja Católica como organização regular e organizada...


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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Ascaris - a saga dos irmãos siameses

Capítulo 3
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Leiam: Episódio 1, Episódio 2.

Ana Gus Gus, o conselheiro do faraó, havia presenciado a dantesca cena de afogamento em massa das hostes egípcias. Percebeu imediatamente que haveria represálias. Temendo por sua vida e por sua família, emigrou com sua mulher e 18 filhos para outro local menos perigoso. Foi parar em uma região, hoje conhecida como Itália.

Lá Ana Gus Gus prosperou. Estabeleceu-se como conselheiro do rei Benito Mussolini, chefe do clã Muzzarella. Aconselhou, por influência divina de Xenu, o maligno, o rei a se livrar dos gêmeos de uma concubina, argumentando que a situação seria insustentável perante a rainha oficial. Os gêmeos, nomeados Rômulo e Remo, foram abandonados à própria sorte. Mas o destino lhes sorriu. Uma loba adotou-os sustentou-os e anos depois fundaram Roma e, oficialmente, unificaram toda a Itália, destronando o rei Benito, esquartejando-o e pendurando seus pedaços ao longo da via que se tornaria o principal eixo do comércio romano, a via Apia.

Ana Gus Gus, novamente emigrou. Com sua mulher, seus 18 filhos e mais 56 netos dirigiram-se ao norte, sendo recebido por Gunther, o Martelo, senhor das terras bárbaras, atualmente conhecida por Alemanha. A sorte agora sorriu para Ana. Devido a sua tez nórdica foi confundido com um famoso duidra, Panomarix. Tornou-se então o principal conselheiro do rei Gunther. Ficou famoso por sua sobriedade e sensatez. Mesmo sendo Gunther pai de inúmeros bastardos, Ana Gus Gus jamais sugeriu ao rei livrar-se dos incômodos rebentos. Com isso sua vida prosperou, seus filhos cresceram, tornando-se membros eméritos da corte. Espalharam-se pela região, fundando diversas cidades na região da atual Bavária. Graças aos conhecimentos adquiridos no Egito, Ana Gus Gus tornou-se o primeiro mestre cervejeiro. O resto é história.

Seus descendentes foram se espalhando cada vez mais pelo mundo...



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terça-feira, 15 de julho de 2008

Ascaris - a saga dos irmãos siameses

Capítulo 2
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Leia aqui o Episódio 1.


No começo era o Caos. Depois vieram as amebas, que se transformaram em protozoários geneticamente modificados. Vieram então os platelmintos, seres pluricelulares. Alguns milhões de anos se passaram e as primeiras formas anfíbias se formaram. Sua migração para a terra foi natural. O feliz acaso, mais um, da colisão de um meteoro carregado de gens preparados pelos thetans, fomentou a vida mamífera. Formou-se então o primeiro casal humano, Adão e Eva. Andavam pelados e felizes até que Xenu, líder maligno dos planetas classe C e líder dos thetans, malignamente, entregou-lhes, através de uma ardilosa serpente, a maçã, símbolo da evolução entre os medíocres humanóides classe M. o que era paraíso virou mais uma vez o caos. No mundo real Adão e Eva prosperaram e tiveram filhos como coelhos. Os gens, modificados pelos cientistas de Xenu, impediam o aparecimento de deformações entre os descendentes do casal original. Alguns milhares de anos depois o planeta estava povoado, era o momento de se dar um nome ao pedaço de rocha planetário. De comum acordo, a Federação Galáctica Unida, o nomearam como Terra, uma homenagem aos antigos senhores do universo. A Terra é azul, verde e marrom e em plantando-se tudo dá. Seus habitantes resolveram então prestar uma singela homenagem aos deuses. Começaram a construir uma gigantesca torre de forma fálica. Babel tornou-se o ícone da comunhão com o sagrado. Alguns thetans, preocupados, resolveram destruir o imenso falo. E aproveitaram, através de vacinas previamente preparadas, para desunir os humanóides pela fala. Grupos lingüísticos foram formados e se separaram, e mais uma vez foi o caos. Começou então realmente a história do planeta.


Nabucodonosor criou seu império babilônico, a primeira evidência documentada de megalomania entre humanóides. Este fato foi ignorado pelos soberbos thetans e Xenu. Uma enchente catastrófica destruiu aquele império restando apenas lendas. Em outro ponto um povo evoluiu rapidamente, criando artefatos jamais vistos. Atlântida foi engolida pela ira de Xenu que fez que uma gigantesca onda tragasse aquela região, ficando apenas lendas.


Mais alguns milhares de anos se passaram e os thetans já estavam tão integrados com o povo da Terra que viraram deuses. “Eram os deuses astronautas”, perguntou-se, milhares de anos depois, um pensador. Surgiu um povo, habitando uma região inóspita, mas cheia de recursos naturais, o petroleum. Nesta região um povo se destacou, habitando o reino do antigo Egito, que varou alguns milhares de anos. Sua história é o berço da saga siamesa de Ascaris. Naquela época, durante o reinado de um desconhecido faraó medíocre, ocorreu um fato envolvendo um de seus principais conselheiros, que se chamava Ana Gus Gus. Ana era médico e tinha um biótipo completamente diferente do egípcio médio, diria-se, hoje em dia que era nórdico. O faraó adotara um menino, encontrado em uma cesta no rio Nilo. Moises fora educado dentro dos mais rígidos padrões da corte real. Ana Gus Gus sempre desconfiara daquele guri. Em uma de suas audiências com o faraó orientou-o a se livrar daquele incômodo, dizendo que ele atraia a ira dos céus. O faraó, temente aos deuses, seguiu o conselho. Moises, que não era bobo, tratou de se mandar no momento que soube da reunião entre Ana Gus Gus e seu “pai”. O faraó, furibundo, persegui-o e pereceu quando Xenu, malignamente, ajudou Moises a abrir caminho pelo mar, afogando seus perseguidores.

Depois de 40 anos, penando no deserto e de receber, diretamente das mãos de Xenu, o maligno, as tábuas com as leis planetárias condensadas e resumidas, Moises fundou o que hoje se conhece por Israel....




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quarta-feira, 2 de julho de 2008

Ascaris - a saga dos irmãos siameses

Capítulo 1
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Após destruir a Terra, Galactus continuou em sua busca incessante por energia, até seu fim horrendo, no ostracismo do universo. O terceiro planeta fora reduzido em milhões de pedacinhos, vagando pela antiga órbita em torno do sol, uma estrela de 5ª categoria em um canto remoto de uma galáxia de 10º.

Bilhões de anos se passaram, aqueles pedacinhos foram continuamente agregando-se em uma massa amorfa de matéria pré-planeta. O feliz acaso do choque com um cometa trouxe à vida aquele estranho entulho espacial. Continentes se formaram, assim como mares. Alguns bilhões de anos depois era um planeta habitável, amebas pululavam em seus rios e lagos, porém estéril de vida inteligente...


Há 75 milhões de anos, dezenas de planetas classe C eram governados por um líder maligno, Xenu. Sua missão, dentro da estrutura burocratizada da Federação Galáctica Unida, era repovoar planetas classe M, criando humanóides medíocres, para servirem de celeiro tributário para outros grupos de planetas da Federação. Os planetas eram classificados conforme sua destinação: os de classe A, abastados, eram a casta dominante e rica do universo. Os planetas classe G, L, B, T, S e Z eram celeiros de humanóides alegres. Os de classe H, P e W eram os celeiros de modelos humanóides que participavam de festas nos planetas classe A, ou trabalhavam nos planetas classe X, os puteiros espaciais.


Grupos de exploradores, os thetans, subordinados a Xenu, percorriam o universo. Uma de suas naves, atravessando um braço da Via Láctea, encontrou um prosaico e singelo planeta classe M, desabitado. Eufóricos logo trataram de lançar sementes, geneticamente preparadas, para fomentar a criação de vida. Era um projeto de longo prazo, empregando pencas de estudiosos, e que rendia frutos para a Federação, além de empregos vitalícios.


Uma longa história se iniciava...


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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Modelos, meio ambiente e conquistas

Em recente entrevista, uma importante modelo das passarelas brasileiras declarou que "defensores da Amazônia me conquistam". "Sting, o motociclista Andrea Dovizioso e o ex-técnico da Itália Marcello Lippi são homens 'sexies', porque defendem a floresta", disse. "Mas por quem tenho paixão mesmo é o Almir Rodrigues", confidenciou.

O "Casseta do Cabral" foi atrás, no bom sentido, para descobrir quem afinal era Almir Rodrigues, o preferido da modelo brasileira. Com exclusividade divulgamos, em primeira mão, sua biografia:


"Conhecido ativista natureba das antigas, mais conhecido como Bengalelê Motumbo, dedicou sua vida à conquista de sua amada é à causa ambiental.

Formado em Cambridge, Inglaterra, lutou desde cedo para ter seu lugar ao sol. Ao desejar a filha, anglo-saxônica, loira, linda e branca, de um grande banqueiro inglês, foi desafiado a conseguir um doutorado em Cambridge, diploma conquistado com láureas. Não satisfeito, o pai da patricinha mimada do objeto amado desafiou Almir Rodrigues a ter US$ 1 milhão em sua conta, "minha filha não merece um pobretão", havia dito. Em 9 meses lá estava ele de volta, com uma conta bancária de US$ 10 milhões. Em desespero o pai da boneca rugiu, "minha filha só casa com quem tem um metro de pau". Almir Rodrigues quedou-se em pÂnico, pensou, pensou, pensou e respondeu, "Motumbo ama muito sua filha. Motumbo vai cortar um pedaço do pau".

Vencido, o rico banqueiro deu, no bom sentido, a mão de sua filha em casamento. Almir Rodrigues prosperou e como todo cidadão de bem, e rico, resolveu ajudar a causa ambiental.

Hoje é feliz ao lado de sua amada, em sua simples casa na floresta."


Os doze livros inéditos do mago esotérico oportunista Heitor Caolho

Finalmente no prelo. Leiam AQUI a sinopse dos 12 livros do maior mago esotérico oportunista da atualidade, campeões de vendagem e ainda inéditos.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

National kid e as ninfas de Urânus

Epílogo
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Nos episódios anteriores..

Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5, Episódio 6, Episódio 7, Episódio 8, Episódio 9, Episódio 10, Episódio 11, Episódio 12, Episódio 13, Episódio 14, Episódio 15.

Uma força negra e devastadora navegava pelo frio espaço sideral, consumindo tudo que encontrava...


No exato momento que Onofre abria o livro, um barulho estrondoso tomou conta da cabine. Uma rajada de plasma metamórfico havia atingido uma das turbinas da aeronave dos “Amigos do National Kid”, obrigando ao piloto manobras evasivas, enquanto lutava para não se espatifar no chão. Cada um dos tripulantes teve uma reação, Godofredo Takakura começou a entoar um cântico hindu, Steinberg Kioko soltava gritinhos de pânico e Eulália Yukio agarrou-se ao misterioso senhor X, implorando para ser penetrada. Aborrecido, Onofre olhou pela janela e percebeu um borrão prateado, cercando a aeronave em agonia. “Com mil caralhos voadores”, exclamou, “o maldito surfista prateado! Por que raios cósmicos dos infernos ele nos atacou?”, perguntou-se.

O surfista prateado era o arauto de Galactus, o devorador de mundos. Sua presença, conhecida em todo o universo, só podia significar que seu mestre havia se interessara pela Terra. “O que iremos fazer?”, estrilava Steinberg. Nesse ínterim, o piloto habilmente pousou a aeronave em uma ilha aprazível no Caribe. Para surpresas de todos, a nave das ninfas anais também havia sido abatida. Elas rastejaram para fora dos destroços, semi-nuas. Kira olhava apavorada para o robusto surfista. Sabia do que ele era capaz. Em uma troca de olhares, Onofre e Kira recolheram seus companheiros e se esconderam em uma caverna. Misteriosamente, o misterioso senhor X havia sumido. “Devemos juntar forças”, disse Kira, simplesmente. Onofre anuiu desconfiado. Sabia que essa súbita mudança de humor das guerreiras de Urânus só era possível por que elas estavam ilhadas na Terra. Godofredo, conformado, disse, “não há nada a fazer, somente nos redimirmos de nossos pecados e rezarmos por nossas almas”. “Rezar é o caralho”, exclamou Eulália, “eu quero é rosetar”, esticando seus olhos cobiçosos para algumas das ninfas anais ali presentes.


Sem titubear, Eulália e as ninfas se atracaram, com um furor digno de Baco. Kira e Onofre se retiraram para traçar uma estratégia, enquanto Steinberg se engraçava com Giabra, o gigantesco dog alemão. Somente Godofredo rezava e se imolava.

O livro vermelho havia sido esquecido. Somente a salvação da Terra interessava. Juntos os Amigos de National Kid e as ninfas anais iriam lutar até a morte pela salvação da humanidade e de suas próprias vidas. Depois do relaxamento sexual de seus companheiros, saíram da caverna, armados até os dentes. Prontos para derrubar e dominar o sinistro arauto. Um estranho som os assustou e uma nave espacial pousou. Dela saiu o misterioso senhor X que, em um gesto teatral, retirou a máscara que recobria seu rosto. Era ele, National Kid, finalmente retornando para ser o paladino da justiça e salvador da Terra. Onofre e seus amigos se ajoelharam em respeito. As ninfas olhavam sem entender nada. Foi quando National Kid chamou a líder das ninfas, Kira, cochichou algo em seu ouvido. Ela sorriu e chamou suas guerreiras para entrarem na nave. National Kid, magnânimo, apossou-se do livro vermelho, retirando-o das mãos trêmulas de Onofre. Magnanimamente, ordenou que se preparassem para a batalha final. Onofre, quase em lágrimas, concordou.

Foram quando 3 coisas aconteceram. National Kid entrou na nave, a nave decolou e Galactus explodiu a Terra em mil pedacinhos.



Urânus sucumbiu. Sem recursos, Zandor e seu general, Zorg, foram depostos numa revolta popular cruenta. Foram empalados em praça pública. As ninfas não fizeram nada, pois haviam sido arregimentadas por um estranho senhor mascarado, mudando de planeta e profissão. Migraram para Putânia, onde ingressaram no maior bordel galáctico do universo conhecido, gerenciado pela madame K. Nunca mais se ouviu falar em Alpha Centauri, as guerras galácticas não ocorreram. Todos se divertiam em Putânia, que prosperou.



The End




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Aguardem a saga dos irmãos siameses, em breve.

domingo, 1 de junho de 2008

A Casseta do Cabral entrevista

Com a polêmica declaração de Paulo Coelho, que assumiu que é Coelha, a "Casseta do Cabral" foi atrás, no bom sentido, e entrevistou o presidente de uma das mais engajadas organizações mundiais pela luta contra a homofobia. Mr. Hugo Toso, presidente da ONG BIAR - Backdoor Is A Rainbown, sediada em San Francisco, que nos conceDEU uma entrevista exclusiva.

Mr Toso, conte-nos um pouco sobre o trabalho da BIAR.

The BIAR is a non-profit organization that uses its funding resources for the fight against the homofobia. We believe that the black hole has some colors, like a rainbow. Currently we have 3 million of associates and we promote studies in group of the GLTFZ. * Somos todos filhos de Deus, no fim do arco-íris há um pote de ouro, quando o encontrarmos poderemos financiar estudos grupais sobre a história do homossexualismo através dos tempos.

Mr. Toso qual sua posição sobre as paradas gay?

Although to be a hairdresser hetero, my preferred position is dog style. * Paradas Gay são necessárias para o devido posicionamento global do público GLTFZ. Somos um grupo que cresce a cada dia. Nossos membros são intelectuais, advogados, políticos, militares e go-go boys. A crescente participação de pessoas nesses eventos demonstra nossa força.

Por falar em intelectuais, Paulo Coelho é gay?

I always distrusted. * Veja bem, o fato de um homem romper o hímen anal não quer dizer que ele seja gay. Li, em algum lugar, que ele tentou 3 vezes provar que era gay. São Tomé negou Cristo 3 vezes, daí se conclui que ele é um mártir da causa gay. Eu, por exemplo, tive apenas uma experiência homossexual. Nunca mais tive outra pois ele não me escreve, não telefona, não me visita.

Mr Toso, que conselhos daria para aqueles que ainda não saíram do armário?

I only had a simple homosexual experience. * Se você sente um comichão na porta de trás, junte-se a nós.

Afinal, Mr. Toso, o que significa GLTFB?

Gays, Lesbians, Transexuals, Fags and Zebras. * Gays, Lésbicas, Travecos, Bichas e Zebras.

* Tradução simultânea do Cabral.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

National kid e as ninfas de Urânus

Décimo Quinto Capítulo
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Nos episódios anteriores..

Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5, Episódio 6, Episódio 7, Episódio 8, Episódio 9, Episódio 10, Episódio 11, Episódio 12, Episódio 13, Episódio 14.

Afinal, o grande momento chegara. Nas páginas daquele livro vermelho estavam instruções para os defensores da Terra e revelações dos mais bem guardados segredos do universo. National Kid, o paladino da liberdade, deixara para trás inúmeras instruções. Aproveitara e incluíra, em suas folhas, a informação mais procurada, o local onde estariam os zilhões de recursos retirados do planeta Urânus. Todo o trabalho de uma era condensado em poucas linhas.

Isso levara um povo à loucura. Milhões se subjulgaram à tirania de Zandor e de seu general Zorg. Milhares morreram sob as ordens cruéis do mais impiedoso e devasso imperador daquele pacato planeta. Milhares se prostituiram, centenas se tornaram as cadelas de guerra de Zorg, e seus gigantescos dogs alemães. Urânus era apenas a ponta de lança de uma ofensiva muito mais profunda, a dominação do universo como era conhecido. Mas para isso, somente os vastos recursos desviados poderiam catalisar o plano diabólico. Alpha Centauri e seus aliados lutavam nos bastidores para malograr tão perverso plano. Precisavam também dos vastos recursos desviados, pois sabiam que Zandor e seus parceiros queriam escravizar sexualmente todos os habitantes do universo e viverem em permanente orgia orgástica.

Tudo convergia para aquele simples livro secreto vermelho. A vida de bilhões de seres e civilizações dependia dele. E agora ele estava a salvo, nas mãos de Onofre Tiako, líder dos “Amigos do National Kid”.


Kira e suas companheiras se recuperaram dos golpes sofridos na luta. Um ódio mortal queimava por dentro de seus corpos maravilhosos desnudos. Precisavam reagrupar forças. Atacar sem dó nem piedade os inimigos. Aguardou a chegada de Jenna e o restante das ninfas anais. Embarcaram na nave uraniana e saíram na captura do avião de Onofre. Sabendo-as estressadas, Jenna trouxera Giabra, o gigantesco dog alemão, para acalmar suas comandadas. Enquanto pilotava, viu Kira e as outras se entregarem com fúria ao insaciável animal.

Na aparente tranqüilidade do vôo, Onofre finalmente abrira o livro...


Que revelações estariam escondidas no livro? Teriam mesmo se livrado das perversas ninfas anais? Os rebeldes conseguiriam a vitória? Mas afinal, caralhos, quem era esse senhor X?



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continua

quinta-feira, 24 de abril de 2008

National kid e as ninfas de Urânus

Décimo Quarto Capítulo
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Nos episódios anteriores..

Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5, Episódio 6, Episódio 7, Episódio 8, Episódio 9, Episódio 10, Episódio 11, Episódio 12, Episódio 13.

O universo é ilimitado, assim como são ilimitadas as formas sanguinárias de conquistar o espaço, a fronteira final. Muitas civilizações sucumbiram ao longo de eras de guerras e escaramuças. A mola motora, o dinheiro e o poder absoluto, continuamente forneciam a energia necessária. E tudo isso se transformou em contas remuneradas em um planeta aparentemente pacífico.
A degradação das instituições sociais de Urânus era natural. Os poderosos são o chamariz para todo o tipo de atividades escusas. A prostituição e jogatina floresceram. O tráfico de drogas, como a esponja púrpura zarthaniana, complementou o quadro degradante. O povo uraniano foi apenas mais um, seduzido pelo falacioso canto de sereia da prosperidade. A putaria se instalou em todos os níveis do poder. Orgias eram organizadas para facilitar o acesso aos altos escalões. Nada, nem ninguém, impediria a pesada roda da maldade de seguir seu rumo.

Apenas uns poucos viraram-se contra esse estado de coisas. Enviaram para um lugar distante o secreto livro vermelho. Lá estavam todas as contas bancárias intergalácticas, valores, nomes, aplicações. Revelava os locais onde estariam esses vastíssimos recursos. Lá estava a redenção das famílias de bem. A luta estava começando, apenas. Mas uma grande vitória obtida pelo paladino da justiça, National Kid, dera o alento e força necessários para que um grande plano de reconquista fosse levado a cabo.

Envolvendo antigas raças, de galáxias distantes, todos motivados pela vitória do bem sobre o mal, preparavam-se.

Onofre e seus amigos estavam solenes. Finalmente iriam abrir o secreto livro vermelho. Onde imaginavam estariam instruções, detalhadas, para ajudá-los a enfrentar essa ameaça inédita.

Kira, a ninfa anal, estava indócil. Precisava por as mãos naquele livro, custasse o que custasse. Suas companheiras não estavam em condições. Enviou uma mensagem para sua líder, Jenna, mas sabia que a chegada delas ainda iria demorar. Tempo necessário para que aqueles heróis imbecilóides escapassem. Precisava criar uma distração. Subitamente, teve a luminosa idéia de atear fogo nas cortinas. Ao mesmo tempo, ativou seu dispositivo sub-sônico, o mesmo que desencadeara um desejo incontrolável de experiências homossexuais em humanos da terra.

Sem aviso, uma avalanche de corpos desnudos invadiu o quarto, que servia de quartel-general. X, friamente, começou a socar os espadaúdos e vigorosos que se aproximavam pelas suas costas. Steinberg não teve tanta sorte. Ainda combalido, pelos ferimentos causados pelo braço enfiado rabo adentro, não foi páreo para um gigantesco deus nórdico que adentrou-o, novamente, e com força. Seu uivo de dor encheu o quarto. Enquanto isso, Eulália, em polvorosa, dava gritinhos de mais puro êxtase, pulou sobre um grupo de 15 mulheres que tentavam dominá-la. Lasciva, foi submetida as mais luxuriantes variedades do sexo lésbico. Onofre e Godofredo lutavam arduamente contra as hostes enlouquecidas. Sem perder o livro de vista.

Kira aproveitou-se de um descuido dos valentes defensores e surrupiou o livro. Sentindo-se vitoriosa correu para seu veículo de transporte, arrastando, nesse meio tempo, suas companheiras anais. Mas não contava com a sagacidade do senhor X. Ele socou-a violentamente. Sem titubeios distribuiu socos e pontapés entre as ninfas até desacordá-las. Era chegada a hora de dar um fim naquelas vilãs enfurecidas.

Onofre e Godofredo, arrastando uma esbravejante Eulália e um combalido Steinberg, juntaram-se ao senhor X. “Para o avião”, disse ele. Eulália ainda quis ficar para trás, dizendo que era necessário alguém para defender a retirada. “Não deixamos ninguém para trás”, retrucou Onofre. Puta da vida, Eulália embarcou, suspirando.

Deixaram o spa em louca disparada. Embarcaram na aeronave da fraternidade e, agora, sentiam-se protegidos para ler o secreto livro vermelho.

Que revelações estariam escondidas no livro? Teriam mesmo se livrado das perversas ninfas anais? Os rebeldes conseguiriam a vitória? Afinal, quem era esse senhor X?


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terça-feira, 1 de abril de 2008

National kid e as ninfas de Urânus

Décimo Terceiro Capítulo
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Nos episódios anteriores..

Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5, Episódio 6, Episódio 7, Episódio 8, Episódio 9, Episódio 10, Episódio 11, Episódio 12.

A súbita mudança nos rumos, políticos e sociais, de Urânus trouxeram as trevas. O planeta inteiro sucumbiu sob o tacão da desorganização e desabastecimento. O caos total se instalou. Riquezas viraram pó. Indústrias fecharam, jogando milhares de desempregados ao relento. A fome envolveu a todos. O desespero tomou conta das famílias uranianas. Tudo isso cuidadosamente engendrado pelo novo senhor e imperador do planeta, Zandor, e seu amante, o general Zorg. Não contava, porém, com a ardilosa mente dos financistas universais que, em um golpe brilhante, sumiram com zilhões das riquezas guardadas em seus bancos para um local mais seguro e secreto.


Mesmo acusando esse golpe, Zandor aproveitou-se do quadro desesperador e criou seu exército. Em troca de cama, mesa e banho, milhares de famintos acorreram aos quartéis uranianos. Zandor e seu maligno amante separaram, entre os recrutas, as mulheres, dividindo-as em dois grupos. O primeiro iria se prostituir para arrecadar os fundos necessários para as operações bélicas. Um dos objetivos da revolução zandoriana era transformar Urânus no maior puteiro intergaláctico, e isso foi facilmente alcançado graças à tendência nativa do planeta para esse mister. Outro grupo iria formar uma tropa de elite, altamente especializada em penetração, espionagem, destruição, técnicas de tortura e sedução. Formariam as temidas ninfas anais.


Somente as mulheres mais gostosas, todas maiores de 18 anos, eram escolhidas. Testadas exaustivamente, física e sexualmente, eram obrigadas a participar das surubas imperiais, atendendo qualquer capricho dos convivas, mesmo os mais bizarros. Eram estimuladas a desenvolver suas fantasias. A bissexualidade e lesbianismo eram padrões. Mas praticantes de sexo grupal, BDSM, fisting, spanking, golden-shower eram bem-vindas. Para perder a inibição todas eram submetidas aos desejos e caprichos de gigantescos dogs alemães, geneticamente modificados, a ponto de cada uma ter o seu preferido.



Exímias lutadoras, experts nas mais requintadas e violentas artes marciais do universo. Hábeis em quase todas as armas e explosivos. Cada unidade de combate, composta de 15 ninfas, podia destruir um planeta inteiro pelo terror sexual, político e bélico.


Pela importância da missão, descobrir e roubar o secreto livro vermelho, Zandor enviou a principal unidade de ninfas anais. Precisavam, a todo custo, descobrir o destino de zilhões das riquezas uranianas. Mas não contavam com a presença de oponentes tão poderosos, os Amigos de National Kid. E não podiam destruir o planeta para conseguir seu intento. E era isso que perturbava Jenna, a líder. De 4, recebendo a atenção de Giabra, o gigantesco dog alemão, vagava entre pensamentos. Nem a fúria do ato animalesco a apaziguava. E preocupava-se com suas comandadas. 4 haviam sumido. Uma quinta estava incomunicável.


Tem culpa eu? Pensava Jenna....



Irão as ninfas conseguirem roubar o secreto livro vermelho? Zandor destruirá a Terra?


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segunda-feira, 17 de março de 2008

National Kid e as ninfas de Urânus

Décimo Segundo Capítulo
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Nos episódios anteriores..

Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5, Episódio 6, Episódio 7, Episódio 8, Episódio 9, Episódio 10, Episódio 11.

A tortura era umas das técnicas mais hediondas inventadas no Universo. Várias eram as formas criadas para extrair informações, por seres espalhados pelas galáxias. Desde o simples eletro-choque até o espancamento nas partes íntimas, passando pela humilhação psicológica. Cada povo, em cada planeta, tinha aprimorado uma técnica eficaz. Em algumas civilizações virara até um hábito, conhecido também como BDSM. Não era diferente com o povo uraniano. Zandor, o imperador uraniano, e seu general e amante Zorg, gostavam de usar poderosos e gigantescos artefatos, introduzidos nas cavidades de suas vítimas. Até o povo da estrela Alfa-Centauri era chegado em uma torturazinha.



O misterioso senhor X contemplava as 4 terroristas. Todas nuas, amarradas, vendadas. Com um chicote elétrico ia tocando partes dos corpos desnudos. Nucas, seios, axilas, coxas. A cada choque um gemido. Mal sabia o senhor X que elas eram versadas na arte da resistência à dor, transformando esse sofrimento físico em puro prazer. O gotejar entre as pernas das prisioneiras foi o alerta que não adiantaria nada fazê-las sofrer. Tentou algo extremo. Trazendo um gigantesco corcel negro, fez que ele as sodomizasse, uma a uma. Já acostumadas com o gigantesco falo de Giabra, o gigantesco dog alemão, quase sorriram. Com raiva, arremessou longe todos os instrumentos de tortura. Após o ímpeto de fúria precisava se acalmar, mas precisava antes arrumar a bagunça. Escolheu uma das prisioneiras para a tarefa. “A morte é melhor do que isso”, exclamou, apavorada, a escolhida. Percebendo uma luz no fim do túnel, o senhor X designou a cada uma delas uma tarefa doméstica. Enquanto uma arrumava a bagunça, outra foi para o tanque de lavar roupa, a terceira para a cozinha e a quarta iria espanar os móveis. Em estado de puro pavor, elas começaram a gemer. “Contem-me o que sabem”, perguntou mais uma vez. Aos borbotões, começaram todas elas, a falar, ao mesmo tempo, cada uma na esperança de se ver livre de tamanha humilhação. Contaram sobre Urânus, sobre o plano diabólico para recuperar as informações financeiras e onde era o esconderijo terraniano das ninfas anais.


Onofre e seus amigos estavam no quartel-general, o quarto no spa. Remendaram, como puderam, o estrago anal de Steinberg, causado pelo braço sodomita. As marcas de Eulália foram tratadas com arnica. Aguardavam, ansiosos, o chamado do misterioso senhor X. Onofre e Godofredo saíram novamente em busca do livro vermelho secreto. Encontraram muitos hóspedes ainda atarantados com a bacanal. Alguns choravam de vergonha, outros de saudades. Dirigiram-se a uma instalação ainda não visitada. Um local aprazível, em meio à mata, onde encontraram diversas banheiras de o-furô. Logo receberam um sinal, bipado no receptor auricular. Era Eulália. Os sensores haviam detectado algo por ali. Sem mais delongas começaram a esvaziar as banheiras.

Jenna estava apreensiva. Não tinha recebido nenhum contato de sua equipe desde que chegaram no spa. Acariciando Giabra, o gigantesco dog alemão, pensava no que fazer. Precisava saber se o ataque havia sido bem sucedido. Chamando Kira, deu-lhe a missão de penetrar no spa, sem ser vista, e monitorar os acontecimentos. Imediatamente ela partiu.

Onofre e Godofredo corriam eufóricos, com o secreto livro vermelho em mãos. Não perceberam a linda mulher sentada no lobby do spa. Enquanto isso, o senhor X, trajado, caminhava célere ao encontro com os 4 amigos. Também não percebeu a estonteante mulher. Percebendo que a missão havia sido um retumbante fracasso, Kira enviou uma mensagem para Jenna. E iria tentar descobrir o que estava havendo. Usando o sensor intra-vaginal, procurou suas colegas. As encontrou inertes, balbuciando palavras desconexas. Levando-as a um lugar seguro retornou ao spa. Precisava penetrar. Mais do que nunca a penetração era necessária.


Estavam os 5 reunidos, conversavam em voz baixa. X relatou o que descobrira. Onofre abriu, solenemente, o secreto livro vermelho...

Kira conseguiria penetrar? Steinberg conseguiria recuperar suas funções? Eulália encontraria outro grupo de mulheres dispostas? Onde estariam as prisioneiras? Jenna atacaria com todas as suas forças?




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sexta-feira, 7 de março de 2008

National Kid e as ninfas de Urânus

Décimo Primeiro Capítulo
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Nos episódios anteriores..

Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5, Episódio 6, Episódio 7, Episódio 8, Episódio 9, Episódio 10.


O universo estava em chamas. Civilizações guerreiras e gananciosas viajavam pelo espaço à procura da riqueza perdida de Urânus. Investidores intergalácticos falidos colocavam suas últimas esperanças no segredo guardado durante séculos. O enclave alienígena terrestre, detentor oculto da guarda dessa informação, lutava para manter a chave intocada.

A tecnologia uraniana, desenvolvida dentro dos mais rigorosos testes jamais inventados por seres malignos, seria então plenamente utilizada. Jenna e suas ninfas anais estavam dispostas a tudo. O grupo avançado era equipado com o que havia de mais hediondo na arte bélica. E estavam sedentas de sangue.

No grande salão do spa, as quatro ninfas anais perceberam o impacto orgíaco que causaram. O frenesi de homens e mulheres perante exemplares perfeitos de fêmeas no cio era apenas o sinal verde. Um zumbido estranho tomou conta do lugar. Logo, dezenas de convivas se contorciam. Não precisou muito tempo para que começasse a suruba. O maitre, um espadaúdo e gigantesco deus de ébano, arrancando a sunga que trajava perfilou todos os garçons e, apitando como uma locomotiva, engatou-os uma a um atrás de si. Logo, vários homens participavam daquele estranho comboio. Mulheres pudicas, apesar da nudez, se beijavam lascivas. Eulália, notando um grupo especialmente ardoroso de mulheres, jogou-se no meio delas na tentativa inútil de separá-las. Dominada foi brutalmente submetida às mais variadas posições.


Onofre, Godofredo e Steinberg ficaram atônitos. “Malditas”, pensou Onofre, “estão utilizando a mesma arma secreta”. Treinados ao extremo conseguiam controlar o ímpeto homossexual que tomava a todos. Abriram caminho entre a massa humana de corpos desnudos e suados. Steinberg sucumbiu ao ataque de dois sarados hóspedes. Entre gemidos e suspiros, fracamente, instou a seus amigos que combatessem as quatro vilãs. Onofre e Godofredo ficaram cara a cara com suas oponentes. A visão de seus seios era hipnótica.

Shirlei, a gostosa secretária, estava recuperando-se, quando recebeu um alerta vermelho no aparato sob a pele. Imediatamente, acionou o grupo de choque, os ninjas comandados por Vilfredo Tomohiro.

A luta no spa estava encarniçada. Cada um dos amigos do National Kid pegou duas das ninfas anais. Socos, pontapés, rasteiras, clinches, tudo isso acontecia numa velocidade frenética, em meio a gemidos, suspiros, gritos e palavrões dos circundantes. Um uivo de agonia quebrou a concentração, todos se viraram e viram Steinberg sendo sodomizado por um braço até o cotovelo. Os olhos revirados demonstravam a dor e paixão que tal gesto suscitava naquele lutador da liberdade. Onofre aproveitou-se da distração e, socando a cara de uma de suas oponentes, a fez desmaiar. Godofredo também havia abatido uma de suas oponentes. Mas nada disso impedira do estranho zumbido de zumbir.

Os hóspedes do spa chegaram aos píncaros do prazer. Em êxtase, desmaiavam após tantos orgasmos. Eulália mal conseguia abrir os olhos. Rastejando, trêmula, dirigiu-se à origem do som de luta. Passava sobre corpos extenuados. Subitamente, em um lampejo de força extrema, conseguiu calçar por trás uma das vilãs, fazendo-a cair. Jogando-se sobre ela aplicou-lhe uma gravata até que sentiu o desfalecimento da oponente. O zumbido misterioso parou. Atônitos, alguns poucos que tinham forças, entraram em estado catatônico. A orgia fora demais para os pobres e despreparados humanos da Terra. As 4 ninfas anais jaziam uma sobre as outras. Era hora da contenção de danos. Subitamente, o misterioso senhor X apareceu e, rapidamente, recolheu as 4 mulheres e as levou, deixando um bilhete nas mãos de Onofre. “Continuem a procurar”, dizia, “não esmoreçam, irei levá-las para um lugar seguro e descobrir quem são e o que estão tramando”.



O estouro de uma granada de fumaça prenunciou a entrada do grupo de combate ninja. “Trate de todos, espacialmente daquele gigantesco, espadaúdo e choroso maitre”, disse Onofre à Vilfredo, “temos que acabar nossa missão”. Levando um esgarçado Steinberg nos braços, o grupo de amigos se retirou. Tinham que recuperar-se de seus ferimentos. Eulália ainda trazia um sorriso triunfante nos lábios.

Estavam mais próximos de seu objetivo...

Irá o misterioso senhor X descobrir os segredos das ninfas? Onofre e seus amigos conseguirão se recuperar a tempo de evitar uma catástrofe? Steinberg conseguirá sentar novamente? Que motivo tinha Eulália para sorrir sem parar?


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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

National Kid e as ninfas de Urânus

Décimo Capítulo
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Nos episódios anteriores..

Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5, Episódio 6, Episódio 7, Episódio 8, Episódio 9.


Quando National Kid deixou a Terra, seus alunos formaram a fraternidade. Oriundos de um enclave alienígena, responsável pela guarda de segredos intergalácticos, foram instados a treinar, nos altos cumes japoneses, a antiga arte do Ninjutsu. A filosofia de vida dos ninjas, especializados em infiltração (armadilhas, armas ocultas, inteligência), era chamada de Ninpo ou Ninjutsu, envolvendo a adaptação, a liberdade e a perseverança férrea como princípios basilares. Além das espadas, kawanagas e shurikens, as conhecidas "estrelas ninja", os adeptos utilizavam também vários outros equipamentos e armas, que eram importantes recursos em suas missões. O Shinobi Shozoku, ou uniforme ninja, tinha por função camuflar o ninja no ambiente, de modo a facilitar a sua "invisibilidade". O membro da fraternidade possuía treinamentos além do difundido pela sagrada arte Ninjutsu. Eram capacitados a se misturar em qualquer ambiente por mais hostil que fosse.

No spa naturista praticamente nenhum dos recursos poderia ser utilizado. Mas graças à tecnologia, poderiam, pelo menos, desempenhar a tarefa a qual tinham se proposto, encontrar o secreto livro vermelho, escondido pela mama-san. Foi por seu extenuante treinamento que assimilaram bem a nudez. Introduzir objetos não era o principal problema. O maior deles era controlar o prazer intrínseco que certos membros tinham com essa ação.

Eulália, introduzindo dois sensores em seu corpo, entrou em convulsões ininterruptas. Contorcia-se em êxtase, o que a tornava inútil. “Eulália troque de lugar com Steinberg”, disse Onofre. “Isso”, completou um esperançoso Steinberg. “Vão tomar no cu, suas bichas”, retrucou Eulália, “ninguém vai tirar essa tarefa de mim”. Onofre aplicou-lhe uma bofetada para acalmá-la, o que a fez ter um orgasmo avassalador. Sem convencê-la saíram a campo e começaram as sondagens. Eulália seguia amparando-se nas paredes, encharcada, chamando a atenção dos outros hóspedes. Um casal, em especial, se aproximou dela. Olhos ávidos e movimentos sensuais sincronizados, focados em sua presa oriental. Eulália tentou resistir à tentação, mas em 3 segundos estava com eles no banheiro do lobby.

Nos montes Urais, Jenna e suas ninfas anais preparavam-se. Sabiam onde poderiam encontrar seus inimigos, conheciam o lugar, e estavam dispostas a invadir. Jenna meditava, sozinha, enquanto era atendida por Giabra, o gigantesco dog alemão. Percebeu, no fundo do seu ser, que um ataque ostensivo traria mais problemas do que vantagens. Deveriam aguardar os acontecimentos e aí sim roubar o valioso livro. Juntou quatro de suas comandadas e, após instruí-las cuidadosamente, as enviou numa nave em direção ao Wyoming.


Onofre e Godofredo se separaram. Foram explorar os recantos distantes do lugar. Além do prédio principal, onde estavam hospedados, o Spa contava com vários chalés espalhados pelo enorme terreno. Piscinas, quadras de jogos coletivos, saunas, campo de golfe, uma pequena floresta natural, a infra-estrutura era gigantesca. E estava lotado. A cada passo grupos joviais acenavam para que se juntassem a eles. Talvez o disfarce de ricos empresários estivesse estimulando tamanha cordialidade. Apesar do incômodo produzido pelo sensor, Onofre cumprimentava rapidamente cada um dos grupos. Notou que as mulheres eram belíssimas, esculturais mesmo. Enquanto os homens destoavam. “Preciso de um mergulho na piscina”, pensou. Logo estava acalmando-se nas águas geladas, propositadamente. Pelo ponto auricular, à prova de água, recebia informações sobre o andamento da sondagem. Nada até agora.


Duas horas se passaram, Eulália, completamente saciada, saiu do banheiro, trôpega. Já acostumada aos sensores conseguiu manter a linha e iniciou também seu passeio pelo local. Resolveu procurar no conjunto de saunas. Lá, ia entrando em cada um dos cubículos. O calor do ambiente, somado ao calor interior, a deixava completamente arrepiada, tesa. A cada momento interrompia sua busca, tomada por um furor uterino incontrolável.

Ao entardecer, depois de um exaustivo dia de buscas infrutíferas, Onofre e seus amigos retornaram ao QG. Encontraram um Steinberg indignado e muito frustrado. Depois de se livrarem dos sensores e tomarem banho resolveram jantar. Enquanto esperavam os pratos, foram surpreendidos pela entrada de 4 das mulheres mais maravilhosas já vistas. Uma exclamação coletiva, de homens e mulheres, acompanhou o desfile daqueles magníficos exemplares de fêmeas, no cio.

O jantar estava apenas começando e mal sabiam o que iria acontecer antes do raiar do dia...

Será que Onofre e seus amigos conseguirão descobrir o livro vermelho a tempo? Irão as cruéis ninfas anais destruir as chances de uma Terra feliz e pacífica? Será que Eulália irá desfrutar de todos no spa?


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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

National Kid e as ninfas de Urânus

Nos episódios anteriores: Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5, Episódio 6, Episódio 7, Episódio 8.

Nono Capítulo
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Uma das certezas que os nativos de Urânus tinham, em séculos como bordel, é que todo ser do universo tem uma fantasia sexual. As ninfas anais eram treinadas para cavar fundo e descobrir as mais bizarras fantasias de seus inimigos. Apesar de secreta, os membros da fraternidade Amigos do National Kid, depois de décadas sem nenhum perigo evidente, se tornaram relaxados. Isso facilitou o trabalho de espionagem das ninfas, que identificaram seus potenciais membros.

Não foi diferente com Shirlei, a gostosa secretária. Seu hábito de freqüentar raves e bares alternativos a tornou uma presa fácil. Certo dia, em uma boate ultra-alternativa, querendo saciar seu furor uterino, Shirlei conheceu Kira, que estava de folga. Numa sala escura, sem saber direito quem era quem, e pouco se importando com isso, sentiu um cheiro que a deixou completamente alucinada. O perfume de Kira, especialmente desenvolvido para estimular os feromônios terrestres, era inconfundível. No acender das luzes, logo se formou uma confusão ao redor da uraniana. Todos queriam seu telefone e tirar uma última casquinha. Kira, solícita, ia distribuindo cartões e lambidas. E foi assim que começou a conhecer melhor aquela japonesa com tendências masoquistas. E ficou encantada em saber que ela era secretária de uma organização secreta.


Shirlei estava imobilizada, sentada em uma cadeira, por cordas habilmente amarradas. Nós nunca vistos cruzavam seu corpo, deixando à mostra apenas os locais estratégicos. Começou a tortura. Shirlei gemia enlouquecida. Sucessivas ondas orgásticas tomavam conta de seu indefeso corpo curvilíneo.

Onofre e seus amigos, Godofredo Takakura, Steinberg Kioko, e Eulália Yukio, cruzavam os céus em velocidade ultra-sônica. Preparavam o plano para encontrar o secreto livro vermelho. Sabiam que teriam que investigar com muita perspicácia e sagacidade. Ao pousar, no Sheridan County Airport, alugaram uma limusine. Era o disfarce que combinaram. Se passar por ricos e abonados empresários japoneses. Mas não contavam com um detalhe. Só sócios podiam usufruir da tranqüilidade das instalações do Spa. Apesar de todas as argumentações o atendente estava irredutível. Nem uma rapidinha com Eulália havia demovido, o empedernido caucasiano, de sua posição. Quando já pensavam em pulverizar o atendente com suas pistolas laser, chegou uma ajuda inesperada. O misterioso senhor X entrara no saguão. Sem palavras, dirigiu-se ao gabinete do gerente. Em segundos um solícito afro-americano, que atendia pelo nome de William “Big Balls” Shatner, pediu desculpas ao grupo e formalizou o check-in. Onofre procurou o senhor X, desconfiado que por causa dele a entrada fora facilitada, mas não mais o encontrou.

Foram conduzidos aos seus quartos. Mas, para surpresa de todos, ao entrar realmente no Spa, viram que todos estavam nus. “Um maldito Spa naturista”, exclamou Godofredo. “Ai eu vou gozar”, disse Eulália, já contorcendo-se. “Putaqueospariu”, rugiu Onofre, “como é que agora vamos procurar sem nossos equipamentos?”. “Fudeu”, concluiu Steinberg.


Shirlei estava exaurida. Babando e trêmula pediu que Kira a soltasse. “Não sua vadia, quero respostas”, sussurrou Kira ao ouvido. Shirlei sentiu que havia algo de errado, começou a dizer a palavra de salva-guarda “Komicuwa-xengarisei”, mas em vão. Desesperada, vendo Kira tirar um gigantesco espéculo de sua bolsa, implorou pela pergunta. “Onde estão seus amigos, sabemos que eles voaram”. “Que amigos? Só tenho amigas!!”, disfarçou a pobre secretária indefesa. Enfiando a gigantesca ferramenta no mais profundo do seu ser, Kira perguntou novamente. “Não tenho amigos, pelo amor de deus”, choramingou a, agora, quase arrombada secretária. Com um movimento rápido, Kira abriu o espéculo, arregaçando a gostosa secretária. Um uivo animal saiu da garganta da pobre criatura torturada.

Após se instalarem em seus quartos, Onofre e seus amigos se reuniram no quarto de Eulália. Pensavam em como poderiam usar seus sensores, para descobrir o esconderijo do livro vermelho. A velha tática de interrogar os funcionários parecia a única alternativa. Mas Steinberg teve uma brilhante idéia, “os sensores eram cilíndricos e não tão volumosos. Podemos esconder em alguma parte do corpo e, com uma simples mudança de sinal, podemos enviar as sondagens para um de nossos laptops aqui, no quarto”. “Brilhante idéia, disse Godofredo, “mas onde esconder?”. “Bom, isso não é tão difícil. Podemos colocar dentro de nós”, suspirou Eulália. “Enfiar no cu?”, gritou Onofre, “mas que porra de idéia de jerico é essa?”. “Ora Onofrinho, é pela causa”, respondeu Eulália. “Mas vamos então revezar a monitoração”, concluiu Onofre. Todos anuíram, tiraram a sorte com palitinhos e coube a Steinberg o primeiro turno, monitorando. Visivelmente consternado e puto, Steinberg ajudou seus amigos a introduzirem os sensores. Com jeitinho. Eulália, solícita, pediu que enfiassem logo dois. “é para aumentar o raio de ação”, suspirou. E assim saíram os 3, perambulando pelo Spa.


Completamente arregaçada Shirlei entregou-se. Contou tudo o que sabia. Kira, exultante, saiu rapidamente, deixando a gostosa amarrada. Mas Shirlei ainda tinha um ás na manga. Com extrema facilidade conseguiu apertar a palma da mão direita contra o dedão do pé esquerdo. Isso acionou um bipe de socorro ultra-secreto. Em segundos, Vilfredo Tomohiro, chefe das tropas de elite ninjas, apareceu. Horrorizado ajudou a amparar a pobre coitada. Contou tudo o que aconteceu e Vilfredo, desconfiado, perguntou, “mas por que não acionou o bipe antes?”. Shirlei, sorrindo, disse, “e estragar o prazer que eu ia ter? nem morta santa!!”.

Vilfredo correu para avisar o grupo em Big Horn, mas...

Será que Onofre e seus amigos conseguirão descobrir o livro vermelho a tempo? Irão as cruéis ninfas anais destruir as chances de uma Terra feliz e pacífica? Irá, a gostosa secretária, se recuperar? Conseguirá Vilfredo avisar Onofre a tempo?


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sábado, 16 de fevereiro de 2008

Enquanto isso no palácio do planalto...



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

National Kid e as ninfas de Urânus

Oitavo Capítulo
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Nos episódios anteriores..

Episódio 1, Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4, Episódio 5, Episódio 6, Episódio 7.


O planeta Urânus já fora um dos baluartes da democracia inter-galáctica. Em um passado longínquo foi um porto seguro para povos de todos os cantos do Universo. Essa condição ímpar permitia que financistas universais pudessem aplicar, seus recursos, nos fundos de Urânus. Mesmo com diversas raças belicosas, disputando a hegemonia do espaço sideral, o campo neutro de Urânus era respeitado. Até que um dia, uma casta de líderes libertinos e entediados, após uma sangrenta guerra civil, assumiu o controle daquele planeta.

A vida monótona e feliz, conhecida pelo povo uraniano, e por raças de todas as galáxias, acabou. Valores e direitos conquistados há milênios foram descartados em favor de comportamentos heterodoxos e promíscuos. Indivíduos, que almejavam algo mais do que nascer, viver e morrer, se agruparam ao redor da nova ordem, expulsando aqueles que ainda acreditavam nos valores do bem. Sabedores da inevitabilidade do caos, a casta derrotada deu sua última cartada. Transferiram todos os fundos aplicados em Urânus para um local desconhecido. E, para fiéis do segredo, elegeram o povo aguerrido da estrela Alfa-Centauri.

O segredo passou de geração em geração, até que foi depositado em um planeta de 18° categoria, localizado em um sistema solar remoto, numa galáxia distante. Por alguma razão misteriosa, ou uma espionagem bem engendrada, a informação vazou. E começaram as tentativas de conquista da Terra. Todas foram rechaçadas graças ao paladino da paz, National Kid. Mas quando se pensava que todos estavam salvos...

Onofre Tiako e seus amigos chegaram ao aeroporto. A urgência de sua viagem os impeliu, através do portão de carga, na tentativa de chegar ao jato especialmente preparado da fraternidade. Mas, foram barrados pela noticia que os controladores de vôo estavam em greve. A decolagem de qualquer aeronave estava proibida. Nem um avião, ocupado por crianças refugiadas do Sudão, fugindo dos confrontos em seu país, conseguia decolar. “Temos que dar um jeito nisso”, bufou Godofredo Takakura. Onofre começou a mexer seus pauzinhos para contatar o comando de greve. Nada feito. Ligou para um facilitador, Capitão Aza. Ele disse que ia ver o que podia fazer.

Mal sabiam eles que o atraso era proposital.

O Imperador Zandor era um produto perfeito da dinastia Mingo. Juntamente com o general Zorg, comandavam Urânus com mão de ferro. Sua irmã, a maliciosa Tara, criou uma tropa de choque, as ninfas anais. Todas experts em refinadas e letais formas de combate. Todas libertinas. Topavam qualquer parada. Tara também introduziu Giabra, o gigantesco dog alemão, como segurança das ninfas e objeto de prazer, advindo de sua genitália bem dotada. Treinadas nas artes de terrorismo e espionagem, as ninfas, ao chegarem à Terra, logo trataram de se infiltrar em todas as camadas chaves da administração. Graças a esse trabalho, o presidente do sindicato dos controladores de vôo estava na mão. Com hábitos sexuais bizarros, não teve como negar à Miúcha, a ninfa responsável por ele, o pedido de deflagar uma greve. Elas sabiam que somente pelo ar seus inimigos se deslocariam com rapidez.

Capitão Aza retornou eufórico. “Conseguimos autorização”. Onofre retribuiu generosamente a ajuda, enquanto Eulália Yukio , mais uma vez, tinha convulsões orgásticas de felicidade. E decolaram rumo aos EUA. Shirlei Yuriko, a gostosa secretária da fraternidade, ia ansiosa para casa. Não parava de pensar no sensual telefonema que recebera de Kira, a quem conhecera em um bar da moda. Marcaram de se encontrar no elegante apartamento de Shirlei às 21 horas. Depois de um banho revigorante, esperava completamente excitada e cheirosa a chegada de sua amiguinha. Não dando chances de reação, Kira a beijou logo que chegou. Começaram um devasso rasgar de roupas na sala mesmo. Enlouquecida de tesão, Shirlei foi amarrada.

E aí...


O que acontecerá com a sensual e gostosissima Shirlei? Irão os Amigos de National Kid conseguir chegar a tempo? Estarão indo para o lugar certo? Afinal, que segredo é esse?


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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

National Kid e as ninfas de Urânus

Sétimo Capítulo
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Leiam o primeiro capítulo AQUI.

Leiam o segundo capítulo AQUI.

Leiam o terceiro capítulo AQUI.

Leiam o quarto capítulo AQUI.

Leiam o quinto capítulo AQUI.

Leiam o sexto capítulo AQUI.


Quando deixou a Terra e voltou para seu lar, nas estrelas, National Kid deixou um legado de paz e harmonia. Nesta mesma época, o enclave alienígena, conhecido como Japão, começou a prosperar. Autorizados pelas mais altas autoridades, da Federação dos Planetas Unidos, iniciaram a produção e venda de artigos de alta tecnologia, não só a originada em seu planeta natal, como também adquirida de outras civilizações galácticas, algumas já desaparecidas. Essa contínua produção permitiu arrecadar valiosos recursos financeiros, sustentar o enclave e manter a paz e harmonia almejada por todos os seres do universo. A fraternidade nasceu dentro deste espírito de coalizão. E, financiados pelo governo japonês, não tinham problemas em manter a paz e investigar os seus possíveis ofensores. Acesso franqueado ao que havia de mais moderno em tecnologia, recursos e pessoal.

A informação que o misterioso senhor X havia passado foi imediatamente pesquisada. “Big Horn”, que diabos seria aquilo. Consultando o oráculo, uma invenção antariana largamente utilizada na Terra, descobriram milhares de referências, 3.430.000 para ser exato. Descartaram o óbvio, por exemplo, Little Big Horn, o lugar que Custer foi massacrado pelos Sioux. Mas um lugar chamou a atenção, localizado no Wyoming, Estados Unidos. As montanhas Big Horn. Godofredo Takakura lembrou-se que ouvira falar por terceiros que mama-san gostava muito de ir aos Estados Unidos. “Deve ser lá o lugar em que escondeu o livro”, exclamou Onofre Tiako, “temos que ir para lá o mais rápido possível”. Ligando para a secretária da fraternidade, a gostosíssima e eficiente Shirlei Yuriko, pediram para providenciar a preparação do jatinho particular. Ela, solícita e com uma voz sensual perguntou, sussurrando, “Tiakinho querido, teu passaporte e visto estão em dia?”. “Puta merda”, bateu na testa. Por nunca ter necessitado viajar para fora de sua base, Onofre, como os seus amigos, não tinham passaporte e muito menos vistos, para entrar nos Estados Unidos. “Vamos providenciar”, respondeu. Eulália lembrou que agora passaporte e visto só agendando pela internet. Sem problemas disse Onofre, sacando de seu IPhone conectou-se nos sites e, horrorizado, descobriu que somente depois de 4 meses haveria horário. “Fudeu”, estremeceu Eulália, em outro orgasmo avassalador.

Enquanto Eulália se recompunha, Onofre fez alguns contatos no submundo paulista. Precisava passar à frente, nas filas, de qualquer jeito. Conseguiu um encontro para as 7 da manhã com um “facilitador”, conhecido como Inspetor Carlos. Na hora combinada lá estavam eles, na porta da sede da Polícia Federal. Entrando pelos fundos, Onofre e seus amigos rapidamente conseguiram o que queriam. Faltava o visto.

Enquanto isso, nos montes Urais, Jenna e suas ninfas estavam em um beco sem saída. Receberam a mesma informação, bigorna. Mas não faziam a menor idéia do que se tratava. Nem as várias sessões de relaxamento com Giabra o gigantesco dog alemão, conseguia revelar o âmago da conciencia anal. Kira, porém, teve uma brilhante idéia. “Por que não os seguimos?”. “É claro", pensou jenna, "podemos descobrir muito seguindo aqueles cretinos". "Como fazer isso sem levantar suspeitas", perguntou a ninguém em particular. “Deixa comigo”, disse Bella, “tenho suspeitas que uma terraniana que conheci trabalha para eles". Imediatamente fez uma ligação e uma voz sussurrante e sensual atendeu. Marcaram de se encontrar.

Onofre estava ansioso. Era alvo de olhares nada amistosos de elementos caucasianos. Conseguir um visto, sendo "brasileiro", não era fácil. Perguntas e mais perguntas. Eulália, por exemplo, estava completamente ensopada pelo nervosismo. Mas controlava a tremedeira de seu corpo com galhardia. Shirlei havia providenciado toda a documentação, em tempo recorde. Mas como nunca trabalharam em um emprego formal, estava difícil descrever suas funções em uma empresa fictícia. Dr Smith, um idoso de voz esganiçada, repetia sempre a mesma pergunta. Quando tudo parecia perdido, eis que surge, novamente, o misterioso senhor X. Calmamente se dirigiu até a mesa e cochichou no ouvido atento de Smith. Se retirou sem dizer palavra e os vistos foram liberados.

Com a parte burocrática resolvida, foram para Guarulhos. Lá o jato, especialmente preparado da fraternidade, já estava pronto e com todo o equipamento necessário para a missão.

Mas havia ainda um último obstáculo a vencer antes de decolarem...


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continua

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